quinta-feira, 2 de julho de 2009

Sines






Debaixo de muita chuva, partimos de Almada, no passado domingo, dia 28, cerca das 7.30. À entrada do Alentejo, pela Marateca, o tempo melhorou e o sol dava esperanças de um bom dia, que a Gorete alegremente saudava. Chegámos a Sines antes das 10 horas. Porque o tempo estava chuvoso, a cidade despertava lentamente e a praia Vasco da Gama, que se estende defronte do castelo ao longo da avenida marginal, apresentava-se linda, de águas calmas, o areal dum amarelo muito limpo, mas completamente deserta. Para fazer tempo para a abertura do castelo ao público e tomar café, sentámo-nos numa esplanada perto. Voltou a chover, mas rapidamente estiou. No Posto de Turismo recolhemos uns folhetos e mapas de divulgação da região e seguidamente entrámos no castelo, de onde se tem uma larga panorâmica do alto das muralhas sobre parte da cidade e sobre o porto de Sines.
O castelo é pequeno, mas com um amplo terreiro no interior, onde, na noite anterior, se realizara um festival de música. Na alcáçova, onde dizem nasceu o navegador Vasco da Gama, sendo seu pai Estêvão da Gama alcaide do castelo, funciona o Museu de Sines e a Casa de Vasco da Gama. Um pouco mais abaixo, encontra-se a estátua do navegador e, ao lado, no Largo do Muro da Praia, ergue-se a Igreja Matriz, que a Mercês, a Rosa e a Gorete visitaram, estando a celebrar-se a missa dominical.
Sobre a importância histórica, cultural, económica e política da cidade de Sines e sobre o seu porto, que se reclama líder no espaço nacional, encontram aqui muita informação.
Deixámos Sines por São Torpes, cuja praia se encontrava igualmente deserta de banhistas, estando, mais à frente, numa zona de forte rebentação, um grupo de surfistas a vaguear no mar, e, na praia, adolescentes de ambos os sexos recebiam aulas relacionadas com a actividade surfista. No céu, de vez em quando, o sol espreitava entre as nuvens...

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